Demanda ativa e menor disponibilidade mantêm os melhores lotes próximos de R$ 300.
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Mais um dia de pouca oferta nas fontes e boa demanda. Em Minas Gerais e na região de Cristalina, em Goiás, os negócios variaram entre R$ 280 e R$ 300 por saca, embora a maior parte das negociações ainda permaneça abaixo dos R$ 300.
A aposta dos produtores é que não haverá aumento expressivo da colheita no início da próxima semana. Se essa percepção se confirmar, os melhores lotes poderão voltar a se aproximar de R$ 300.
Mas é importante não tratar todos os Feijões como se fossem iguais. Sempre haverá lotes com coloração menos favorável, maior percentual de defeitos ou grãos menores. Essas diferenças explicam boa parte da amplitude entre os preços negociados.
A pouca oferta pode sustentar o mercado no curtíssimo prazo, mas ainda não confirma uma mudança definitiva de tendência. O comportamento da colheita nos próximos dias será decisivo.
