Guandu e Mungo Preto podem se tornar estrelas na produção.

Por: IBRAFE,

1 de abril de 2024

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O Feijão-guandu está chamando a atenção do agronegócio no Brasil. Nós o conhecemos muito mais para adubação verde e cobertura do solo; rotação de culturas visando melhorar a qualidade do solo para o próximo cultivo; recuperação de áreas devastadas e pastagem de animais, porém muito pouco para alimentação humana. Ocorre que, nas idas à Índia que temos feito buscando aumentar a segurança e o volume de Feijões exportados, temos recebido sempre demandas para este Feijão. Mas agora a coisa ficou séria. Chegou ontem um grupo de indianos que representam os importadores e o próprio setor governamental para trazer mais informações para os produtores e o setor exportador. 
 
Estamos hoje em visita ao MAPA, à Embaixada indiana em Brasília e em reuniões com o IBRAFE. Amanhã, vão mostrar ao público do Summit Superfoods – Feijões e Gergelim – o tamanho da demanda deles. E já adianto: ela vai mexer com o mercado de Feijões do Brasil. Sim, é um Feijão de ciclo mais longo, mas o que mais temos são pastagens para serem recuperadas. Terras que precisam de rotação. Do outro lado, EMBRAPA e IAC apresentarão cultivares que já estão implantadas e que podem ultrapassar os 1500 quilos por hectare. Durante o Brazil Superfoods Summit, irão se reunir com os maiores exportadores do Brasil. Junto com o Mungo Preto, dominarão a cena da exportação nos próximos anos. Se você já faz parte do Clube Premier, entre em contato para ter mais detalhes. Venha até o Centro Internacional de Convenções de Brasília amanhã e quarta-feira.

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