O mercado ontem, 26 de agosto, registrou um volume maior de negócios nas fontes, mas sem alteração significativa nos preços. No Mato Grosso, os valores se mantiveram entre R$ 190 e R$ 200 por saca, enquanto em Minas Gerais os lotes de melhor qualidade seguiram firmes na faixa de R$ 220 a R$ 225.
O que chama mais atenção neste momento é a expectativa em torno do Feijão-preto. Há anos não se realizava um leilão de PEPRO para Feijões, e isso cria incerteza sobre os efeitos práticos da medida.
Diferente de uma aquisição para estoque, que retira o produto do mercado, o prêmio de escoamento apenas compensa quem vender abaixo do mínimo, mas não altera diretamente o preço na ponta da comercialização. Na prática, quem precisar vender sem acesso ao PEPRO enfrentará concorrência do mesmo jeito.
Entre os cerealistas do Paraná corre a conversa de que “tem tanto Feijão-preto guardado que dá para sobreviver a três apocalipses zumbis”.