Preços firmes nas fontes, mesmo com recuo do empacotador

Por: IBRAFE,

16 de janeiro de 2024

Responsive image

Ontem, os compradores mais uma vez testaram os produtores em Minas, Goiás, São Paulo e Mato Grosso. O que tem ocorrido é que os produtores têm resistido. Tanto no Feijão-preto quanto no Feijão-carioca, se o preço baixar R$ 20 por saca, todos voltam às compras e sobem R$ 30 no dia seguinte. Não há mais necessidade de reconfirmar nada. Agora é quantificar se o rombo na produção é maior do que a CONAB e o IBGE admitiram. Na próxima sexta-feira, faremos um bate-papo online para os membros do Clube Premier. Produtores de distintas regiões querem trocar ideias para entender, a partir de agora, muito mais sobre o que esperar da segunda safra brasileira do que efetivamente discutir o momento atual. Já há bastante informação sobre o que esperar dos preços neste momento.

Na tentativa de encontrar alternativas sobre o comportamento dos consumidores para períodos como o que iniciamos agora, de inflação na cesta básica, escutam-se algumas hipóteses que merecem mais...

Mais
Boletins

IAC 2662 Borlotti: um rajado que não escurece
07/07/2026

CEPEA ainda olha pelo retrovisor, mas o mercado já mudou nas fontes
06/07/2026

El Niño muda a estratégia da produção de Feijão
03/07/2026

O reconhecimento do IAC é ao Feijão
02/07/2026

Feijão-carioca não espera para vender, e o Feijão-preto vai com calma
01/07/2026