É hora de comprar!

Por: Ibrafe,

23 de janeiro de 2025

Responsive image

Atualmente, o mercado de Feijão-carioca no Paraná apresenta uma situação curiosa: enquanto alguns comerciantes relatam um bom volume de negócios, outros descrevem o mercado como calmo, com pouca demanda. A colheita segue para sua fase final em meio às chuvas de verão. O preço máximo para a melhor qualidade do Feijão-carioca está em torno de R$ 200. Abaixo desse valor, há uma ampla variedade de produtos com diferentes níveis de qualidade e preços disponíveis.

Os empacotadores de diversos polos consumidores parecem adotar uma estratégia de aguardar até o último momento para realizar suas compras. Essa abordagem visa minimizar o risco de novas quedas nos preços. No entanto, é importante destacar que, conforme a colheita se aproxima do final, a possibilidade de quedas significativas nos preços tende a diminuir, gerando uma expectativa de estabilização.

À medida que a colheita avança, a pressão para que os preços caiam deve se reduzir, uma vez que a oferta de Feijão-carioca se torna mais limitada. Diante disso, os empacotadores que esperarem demais podem acabar perdendo boas oportunidades, especialmente se os preços se estabilizarem em níveis menos atrativos.

Em resumo, o mercado de Feijão-carioca no Paraná está em um momento crucial, no qual a proatividade dos empacotadores pode ser decisiva para garantir condições favoráveis de compra. É essencial que eles monitorem os preços constantemente e considerem realizar suas compras antes que as melhores oportunidades desapareçam. Além disso, manter uma comunicação ativa com os fornecedores é vital para acompanhar a dinâmica do mercado e obter informações atualizadas sobre a colheita.

China

Na manhã de ontem, ocorreu uma longa reunião entre os exportadores do Clube Premier do IBRAFE e o Adido Agrícola do Brasil em Pequim, Sr. Leandro Feijó. Durante o encontro, foram compartilhadas notícias bastante animadoras sobre o... (LEIA MAIS NO CLUBE PREMIER)

 

https://premier.ibrafe.org/

41 99118-8562

Mais
Boletins

Primeira Semana de Janeiro de 2026  
09/01/2026

Mungo-verde e Mungo-preto: dois mundos diferentes
08/01/2026

Estoque de Passagem é Muito Menor do que a CONAB Esperava
07/01/2026

Queda de Consumo: O que o Interior de SP ensina ao Rio de Janeiro sobre o Feijão
06/01/2026

Primeiros movimentos 2026: onde prestar atenção  
05/01/2026